Entrevista

Published on outubro 18th, 2013 | by Leandro Garcia

Entrevista com Entrevista com Funky Black Cat

Gamers boa noite,

Mais uma entrevista aqui no ReportGamer, desta vez após entrevista com YouTuber Zigueira o próximo que entrevistaremos também é um YouTuber e talvez um dos mais influentes no cenário do Brasil, trata-se de Guilherme Hoffmann mais conhecido pela alcunha de Funky Black Cat.

Nesta entrevista abordamos vários assuntos com o Funky como rotinas de gravação do canal, o que ele fazia antes do youtube, saturação do youtube na questão de canais de gameplay, COD Ghosts e muito mais, então sem mais delongas vamos para entrevista.

1 – ReportGamer: Funky, antes de falarmos do seu canal, conte para nós um pouco de sua história gamer antes de YouTube?

Resposta: Eu sempre joguei videogame, desde criança, mas muita coisa mudou no meu estilo de jogar, desde o começo. No início eu costumava ter apenas 1, no máximo 3 jogos por videogame. Isso porque os jogos eram muito caros, era inviável pedir ao meu pai, e todo o resto que eu joguei foi alugando ou pedindo emprestado.

Normalmente pegava no sábado para devolver na segunda. Por esse motivo eu nunca chegava a zerar todos os games que alugava (até porque quando era criança demorava muito mais para terminar um jogo). E no entanto, zerava inúmeras vezes os poucos jogos que eu podia ter. Isso aconteceu no Mega Drive, Super Nintendo, Nintendo 64 e Gamecube. Já o PS2 que tive era desbloqueado. Aí eu baixei e gravei inúmeros jogos, mas comecei a perceber que não era nem de perto a mesma coisa que ter 1 jogo por vez. Não tinha a mesma graça. Nesse meio tempo eu comecei a jogar no PC. Depois de ganhar de natal o Harry Potter 1 e perceber que meu PC não rodava, eu comecei a ganhar experiência em hardware e, é claro, penar para conseguir melhorar meu PC. As peças eram muito caras. Aos poucos fui melhorando e me interessando cada vez mais em jogos de PC. Hoje em dia eu posso afirmar que prefiro jogar no PC um jogo multiplataforma. Nos jogos atuais você pode usar um controle de videogame, e jogar o mesmo jogo com gráficos muito superiores.
O que mudou de antigamente para hoje, é que eu pego muitos jogos e acabo zerando poucos, e ser “viciado” em certos jogos online (COD por exemplo) atrapalha bastante em concluir outros jogos.

2 – RG: Seu canal no início era focado mais em jogos de primeira pessoa, depois você veio diversificando este conteúdo com muita qualidade, esta mudança se deu ao feedback dos inscritos ou por escolha sua mesmo?

R.: Eu comecei postando COD simplesmente porque o jogo é muito viciante e dá inúmeras possibilidades de fazer vídeos. Partidas com duração compatível com o tempo de vídeo demandado pelas pessoas em geral, e uma comunidade gigante de jogadores e audiência. Depois eu percebi que tinha tudo a ver, fazer vídeos de jogos simplesmente por gostar deles. O público quase sempre é menor em vídeos de jogos aleatórios, comparando a COD, porém a diversão em fazer os vídeos é a mesma.

3 – RG: Completando a pergunta anterior, conte-nos um pouco sobre sua rotina de gravações, edições e escolha dos games e séries para o canal?

R.: Eu tento encontrar um equilíbrio entre “jogo que eu adoro” e “jogo que o público adora”, e consegui ter um sucesso absoluto fazendo isso com o GTA San Andreas. Esse é um jogo excepcional, claro, que quase todo mundo ama e atinge um público gigantesco, até gente que não joga muito videogame curte esse jogo. Outros jogos como GTA Vice City e Resident Evil 4 também tem muita audiência no canal, já outros como BioShock 1, BioShock Infinite e Zelda Skyward Sword tem um público muito menor, por não serem tão populares. Eu normalmente decido fazer série de jogos que já conheço bem. Jogar um jogo pela primeira vez e fazer série ao mesmo tempo, na minha opinião é um erro. Você não consegue aproveitar bem a experiência do jogo, e por não o conhecer tanto, deixa o playthrough muito confuso. Isso aconteceu com o Zelda Skyward Sword. Mesmo sendo veterano da série Zelda, fazer playthrough se mostrou algo bem frustrante.

Eu costumo lançar entre 4 e 6 vídeos por semana. As vezes lanço só 2, as vezes lanço 10. Mas nunca mantive uma frequência regular. Nunca é certo o número de vídeos que eu vou fazer ou quando eu vou lançar. E ter feito isso desde o início me dá mais liberdade. Eu não suportaria a ideia de não cumprir uma escala de vídeos depois de dizer “vai ter vídeos tal e tal dia”. Aliás “prometer” é uma palavra que eu nunca uso, porque é muito forte. Se você disser “eu prometo” e por acaso acabar não cumprindo, será apredejado pelo público.

Eu normalmente edito e lanço o vídeo imediatamente depois de gravar. Com isso eu mantenho o hype do que eu acabei de jogar, e sinto mais vontade de ler e responder comentários. Se eu deixar um vídeo gravado, guardado para lançar outro dia, eu vou simplesmente lançar ele. Já não vou ter aquela empolgação de interagir com a gurizada sobre o assunto do vídeo. Por isso estocar vídeos não faz muito meu estilo.

4 – RG: Muitos YouTubers se dividem entre seus “empregos normais” e seu canal o que muitas vezes se torna muito cansativo, você está nessa ou investiu tudo no YouTube?

R.: Investi tudo no Youtube. Felizmente eu nunca tive que passar necessidade, sempre conto com a ajuda dos meus pais para coisas básicas como comida e moradia. O dinheiro que eu ganhava nos trabalhos anteriores ao Youtube sempre podia ser guardado ou usado em coisas para mim mesmo. Antes do Youtube eu trabalhei no setor de suprimentos de uma importadora e, já na faculdade de Administração, como estagiário no arquivo médico de um hospital. Comecei o canal enquanto ainda estava no hospital, e planejava ser efetivado lá. Ao perceber que o Youtube dava dinheiro, quase tanto quanto o estágio me dava, eu decidi sair e focar no canal.

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5 – RG: Você no momento está residindo em Dublin (Irlanda), fale-nos um pouco desta experiência e se isto afetou em alguma coisa os vídeos no canal?

R.: A experiência é excelente. A economia, nem tanto. É bastante caro se manter aqui, principalmente por conta do aluguel que é bem alto. Se você vier como turista, com dinheiro convertido e contado, você provavelmente vai achar tudo muito caro. Mas se você trabalhar aqui e ganhar em Euro, vai perceber que a vida aqui é muito mais fácil que no Brasil. O salário mínimo aqui é de 1.460 Euros. Equivale a mais de 4.000 Reais. Então o poder aquisitivo é muito maior.

Dublin é um lugar muito agradável, maior parte da cidade é bonita e as pessoas são educadas. As únicas coisas que nos incomodam aqui, são o frio (ainda não chegamos num frio tão intenso, mas já se sabe que é desagradável) e o jeito que você utiliza a água. As torneiras tem um jeito muito idiota de funcionar. São 2 torneiras por pia, uma fria e outra quente. Uma é extremamente fria, e outra é extremamente quente. Ao contrário do Brasil, você não tem como deixar a água morna. Ou queima a mão, ou a congela. O que os irlandeses fazem é ligar as duas, criar uma piscina morna e usar a água. Isso é no mínimo nojento. Até para lavar a LOUÇA eles fazem isso. É bizarro.

Sobre afetar o canal, de forma alguma. Eu continuo postando vídeos com mais ou menos a mesma frequência, e tenho mais liberdade por morar sem os pais. Em Porto Alegre, eu não posso falar alto durante a madrugada. A voz do meu pai ecoa na minha cabeça: “OS VIZINHOS QUEREM DORMIR”

6 – RG: O que você acha do YouTube Brasil na parte de games, curte outros canais? Acha que existe uma saturação de canais de gameplay?

R.: Com a chegada das networks no Brasil, começou a surgir muito canal. Saber que você pode ganhar dinheiro fazendo vídeos de algo que gosta, é um atrativo enorme para muita gente.

Claro que a questão do dinheiro fez esse número aumentar absurdamente, mas isso é de se esperar. Não existe absolutamente nada de errado em fazer um canal por dinheiro. Até porque manter o canal já requer um certo investimento: jogos novos, placas de captura, upgrades no computador, câmeras… essas podem ser grandes barreiras para alguém que quer fazer vídeos de algo que gosta, mas o retorno financeiro que atualmente é possível facilita bastante. Mas é claro que ninguém começa ganhando dinheiro, isso não existe.
A saturação existe sim. Quando você começa um canal, o melhor a se fazer é tentar inovar. Dar as mesmas dicas de COD que todos já deram não adianta. Falar as mesmas coisas, também. O maior objetivo para alguém que quer ter crescimento no canal é conquistar as pessoas pelo seu carisma, e é nos vídeos diversificados que você tem maior chance de atingir esse objetivo.

Eu assisto a poucos canais. Estrangeiro, o principal é o Chris Smoove, que foi minha maior inspiração para começar. No Brasil tem canais excelentes, mas não assisto muito os de games, porque acabaria pegando o jeito dos outros falaram. Prejudica um pouco a sua personalidade para fazer vídeos.

7 – RG: Como é a interação com seus inscritos seja por comentários, mídias sociais, eventos ou lives?

R.: Eu leio quase todos os comentários. Ler todos infelizmente é impossível, pois eu recebo em média 1500 a 3000 comentários por dia. A maioria vai nos últimos 2 ou 3 vídeos, mas uma boa parte se distribui em mais de 600 vídeos. Como disse anteriormente, eu respondo mais comentários quando estou empolgado com o assunto do vídeo. Já houve certos vídeos que não tive tanto interesse em interagir. E é claro, responder todos já não é mais possível também.

Twitter é o lugar onde eu mais interajo com os inscritos/seguidores. É uma ferramenta facílima de comunicação e não tão anônima quanto o Youtube. Por não ser tão anônima, as pessoas costumam ser mais educadas e respeitosas, e menos trolls.

Em livestream a figura muda um pouco. Como é mais difícil fazer o YouTuber ler o comentário (por serem muitos), as pessoas tentam chamar a atenção da forma que der. Fazer spam e exagerar na falta de bom senso é comum. Isso estraga um pouco a interação, deixa mais forçada, mas ainda assim é ótimo interagir por livestream, porque eles estão me ouvindo falar quase em tempo real.

8 – RG: Em seu canal tem uma série que gosto muito que é o “FTC”. Você particularmente tem uma série ou vídeo favorito? Poderia fazer um Top 3 para nós?

R.: Bem difícil fazer essa seleção! Eu tenho bastante autocrítica e só deixo ir pro ar vídeos que eu considere no mínimo bons. Mas vamos ao Top 3:

1- FTC MW3 – O FINAL MISTERIOSO
2- Treyarch, make a better COD
3- GTA SA – O EPISÓDIO MAIS DOIDO

Escolher um vídeo favorito no meio de uma série é difícil, pois eu lembro de ter tido MUITOS momentos absurdamente divertidos. E são várias séries com muitos vídeos.

Mas esses três são o auge para mim. O FTC final de MW3 eu considero a produção mais engraçada que já fiz. O “Treyarch, make a better COD” é uma paródia de “Another Brick in the Wall (parte 2)” do Pink Floyd, onde eu gravei guitarra, baixo e voz e misturei com a temática do MW3. E por fim, o penúltimo episódio de GTA San Andreas com certeza é um dos vídeos mais engraçados que eu já fiz.

9 – RG: Você que já tem um tempo de canal, e com mais de 600k de inscritos, que conselho pode dar para um jovem gamer que pretende iniciar seu canal no YouTube?

R.: Principalmente seja inovador. Essa resposta é meio óbvia, mas não tem saída. Você não vai crescer se não chamar atenção das pessoas de forma positiva. Como já disse, você precisa de um vídeo para atrair o público. Faça um vídeo excepcional, criativo e que traga atenção não só das pessoas em geral, mas também de gente com potencial de divulgar seu trabalho. O resto depende da sua personalidade. Se você é uma pessoa carismática, é meio caminho andado. Ter uma boa voz (que depende mais de sorte do que habilidade) é ótimo, e falar com clareza também. Traga vídeos de um jogo popular, mas GOSTE do jogo. Não adianta fazer Minecraft se você não é chegado. Apesar de ser o jogo mais popular do Youtube, fazer videos sem gostar é tentar enganar a si mesmo. Tente encontrar um jogo que dá audiência, e que você goste bastante. Você conseguiu fazer aquele vídeo especial, inovador e criativo? Consegue fazer mais? Ótimo, mas deixe eles para momentos bem específicos. O seu canal não é só vídeos especiais. Se você fizer 2 vídeos especiais em pouco tempo, a exigência do público aumentará demais. Vão só pedir vídeos especiais. Trabalhe bastante em você mesmo, no seu carisma. O que você quer, é que o público tenha vontade de assistir todos os seus vídeos, incluindo os rotineiros (não especiais). Quando alguém chega num vídeo meu e fala “eu nem gosto desse jogo, mas assisto por ser o Funky”, isso é uma vitória. Motivo pra comemorar! E por final, como já disse anteriormente: NUNCA prometa nada, se não tiver certeza absoluta que vai cumprir. Tente evitar compromissos fortes no seu canal.

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 10 – RG: Com relação ao mercado brasileiro de games, houve um crescimento muito  grande nesta geração que está sendo finalizada, o que espera para próxima geração  de games que está por chegar?

 R.: Hoje em dia, um jogo não vir com legendas em português brasileiro já  é um motivo para o pessoal dar rage. Agora estamos em outro momento.  A tradução tem que partir da desenvolvedora, já é uma demanda. E isso é  um avanço gigantesco para nós. Já temos inclusive diversos jogos  dublados, o que é ótimo também. Sempre considerei dublagem um dos  trabalhos mais valorosos que existe. E os dubladores do Brasil são  maravilhosos. O avanço tem sido enorme nos últimos jogos. GTA V é o  jogo mais bem legendado que eu já vi. É simplesmente fantástico o  trabalho de tradução. Eles não traduzem só dialetos e gírias, mas também  erros de português ou escrita. É genial.

 Nas próximas gerações já podemos esperar quase todos os jogos virem  traduzidos, no mínimo legendados em PT-BR. A única parte ruim disso, é que o pessoal desenvolve menos o inglês. É inegável que inglês é a língua mais utilizada no mundo, é quase uma necessidade você sabe-la.

11 – RG: Esta pergunta faço para todos os entrevistados aqui do site, então fique a vontade para responder, existe uma preferência sua por PC ou Consoles? Por quê?

R.: Como disse anteriormente, hoje em dia prefiro jogar no PC os jogos multiplataforma. Deixando a importante questão de CUSTOS de lado, eu considero jogar no PC muito melhor, pois você pode alcançar o limite da qualidade e desempenho gráfico possíveis, e ainda assim quase sempre pode conectar um controle de Xbox 360 caso lhe agrade. Tem também a comodidade de já estar no PC, e basta um Alt+Tab para ir na internet. O argumento do “confortável no sofá jogando videogame” para mim não é válido. Tenho uma cadeira muito confortável aqui e não sinto falta de um sofá.

12 – RG: Voltando um pouquinho há um assunto que falamos a algumas perguntas anteriores, como o gamer brasileiro é visto aí fora por estrangeiros?

R.: Na BGS do ano passado, tivemos a presença do pessoal executivo de marketing da Activision global. E eles ficaram absolutamente encantados com a força do público brasileiro. Se eles não consideravam o cenário gamer brasileiro relevante, a partir daquele dia com certeza mudaram de opinião. Aqui da Irlanda eu nunca tive nenhuma experiência de conversa sobre público brasileiro de games, então não teria como opinar.

13 – RG: O que achou do Beta de BF4, aprovado? O jogo é muito parecido com BF3 ou existem mudanças aparentes?

R.: Eu sustento o que já disse em vídeo, é um BF3 melhorado. Não tem como dizer que é um jogo totalmente novo. E isso ao contrário do que podem pensar, é ótimo. BF3 já era um jogo maravilhoso, o BF4 o aprimorou. Como ainda estamos em fase beta e só vimos um mapa e um número limitado de armas e jogabilidade, não dá pra ter uma conclusão. Mas eu realmente prevejo isso, uma experiência similar à do BF3 só que melhorada.

14 – RG: Qual sua expectativa para Call of Duty: Ghosts? Feliz com o retorno da Infinity Ward ao comando da série?

R.: Para ser sincero não estou com tanto hype. O GTA V ofuscou minha expectativa no COD, me distraiu. Mas na verdade eu tenho evitado de ver qualquer coisa sobre o jogo. Antes de sair o Black Ops 2, eu já sabia quase tudo sobre o jogo. Isso estragou um pouco o elemento surpresa. Eu quero ser surpreendido, quero descobrir o jogo por mim mesmo. E eu já sei desde já que vai ser mais do mesmo, essencialmente COD, mas isso não é ruim para mim. Continuo gostando da série, e um título novo a cada ano com algumas inovações aqui e ali já valem a pena para mim.

Mesmo sendo a mesma mecânica desde o COD 4, cada jogo é um jogo pra mim. Quando eu penso “OK, enjoei do BO2, vou jogar algum COD antigo”, a escolha entre MW2, Black Ops 1 ou outro COD sempre vai estar lá. Por isso acho que cada jogo é um jogo.

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15 – RG: Agora por curiosidade dos redatores aqui do site, já aconteceu algo engraçado nas gravações que gostaria de compartilhar conosco? Já foi reconhecido na rua por algum inscrito?

R.: A coisa mais doida que aconteceu foi durante uma livestream. Eu olhei para fora da janela e vi meu gato caçando um passarinho. Eu não podia deixar aquilo acontecer, fiquei com dó do bicho, hahaha… fui lá salvar ele no meio da livestream. Nas gravações, sempre existe o risco de dar algo errado. Já perdi muito vídeo porque deletei um arquivo sem querer ou não liguei o microfone. Isso é extremamente frustrante e já me aconteceu diversas vezes, porque as vezes é muita coisa para cuidar, e muito arquivo para mexer.

E sim, já encontrei muitos inscritos na rua, sempre muito legal trocar uma ideia. Inclusive encontrei um inscrito meu totalmente por acaso num mercado aqui de Dublin. Estava procurando lâmpadas e o cara me reconheceu. Muito legal! Na semana passada, eu fiz uma conferência de Face Time com minha mãe, que estava na casa dos meus tios. E os meus primos, que tem uns 12 ou 13 anos, estavam no outro lado filmando a conferência. Talvez para provar para os colegas que eu realmente sou primo deles. Foi muito engraçado.

16 – RG: Por último deixe seu recado para galera gamer!

R.: Bom, só queria agradecer o convite para essa entrevista, que pra ser sincero foi a melhor que eu já tive. Muito boas as perguntas, e se essas respostas realmente couberem na sua matéria (lol), o pessoal vai ter coisas bem interessantes para ler sobre meu canal.

Aproveitem bastante esse que é um dos melhores momentos da história dos games. Lançamento de jogos fantásticos e de consoles da nova geração. É um prato cheio pros gamers e para o Youtube.

E um agradecimento especial pro pessoal que curte meus vídeos. O público é grande parte do meu canal. Abração!

Você que gostou da entrevista e quer falar com o Funky, pode segui-lo em seu twitter, na sua fanpage no Facebook e em seu canal é claro, além disso deixem seus comentários e críticas aí embaixo para melhorarmos mais e mais em futuros posts e entrevistas.

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Redator: Leandro Garcia / Revisora: Bianca Velloso

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Um gamer clássico que adora postar notícias e comentar com seu mundinho gamístico com todos!!!



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